Recebida denúncia por tentativa de homicídio contra homem que atirou em policial em Canoinhas

MPSC aponta na denúncia a suposta prática de tentativa de homicídio qualificado contra policial em exercício da função e de porte ilegal de arma de fogo com numeração suprimida. A denúncia foi ajuizada no domingo (23/8) e recebida pela Justiça nesta quarta-feira (26/8), que manteve a prisão preventiva como requerido pelo MPSC.

26.08.2026 18:00
Publicado em : 
24/08/26 16:14

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ajuizou, na Comarca de Canoinhas, denúncia contra um homem pela suposta prática de tentativa de homicídio qualificado contra policial em exercício da função e de porte ilegal de arma de fogo com numeração suprimida. 

Segundo a denúncia da 4ª Promotoria de Justiça de Canoinhas, o crime teria ocorrido no dia 19 de agosto, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do acusado em Três Barras, no Planalto Norte catarinense. Ao perceber a chegada das equipes policiais, o suspeito teria fugido pelos fundos da casa carregando um revólver com a numeração raspada.  

De acordo com a denúncia, durante a fuga o homem teria sido abordado por um policial que participava do cerco ao imóvel. Mesmo após receber ordem para largar a arma, ele teria apontado o revólver em direção ao policial e apertado o gatilho. O disparo só não aconteceu porque a munição falhou.  

Em seguida, o policial reagiu e efetuou dois tiros, fazendo com que o suspeito caísse e largasse a arma, posteriormente apreendida com duas munições, uma delas com marcas que indicariam tentativa de disparo. O suspeito se levantou e voltou a fugir por terrenos vizinhos, mas foi capturado pelos policiais e preso em flagrante. A prisão foi posteriormente convertida em preventiva.  

Na ação, a 4ª Promotoria de Justiça sustenta que houve tentativa de homicídio qualificado contra policial em exercício da função e porte ilegal de arma de fogo com numeração suprimida e requer que o acusado seja levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, além do pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 30 mil em favor da vítima. A denúncia foi ajuizada neste domingo (23/8) e recebida pela Justiça nesta quarta-feira (26/8), que manteve a prisão preventiva como requerido pelo MPSC.  

Fonte: 
Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC
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